Pesquisadoras desenvolvem embalagens à base de amido e resíduos de mirtilo

Reprodução: notícia publicada no Portal da UFRGS em 06/09/2018, às 13h55min.

Além de biodegradáveis, os materiais mudam de cor quando o alimento se torna impróprio para o consumo e podem colaborar para prolongar seu prazo de validade

A engenheira química Cláudia Luchese desenvolveu, para sua tese de doutorado, embalagens à base de amido e de resíduos do processamento do suco de mirtilo. Além de biodegradáveis e inteligentes – os filmes mudam de cor quando o alimento embalado se torna impróprio para consumo –, elas também têm potencial de atuar como embalagens ativas, ou seja, podem interagir com o produto, prolongando seu tempo de vida de prateleira. O trabalho, apresentado no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química da UFRGS, foi orientado pelas professoras Isabel Cristina Tessaro e Jordana Corralo Spada e realizado em cotutela com a Universidade do País Basco, na Espanha.

Mais informações no UFRGS Ciência.

 

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